1.2 O empreendedorismo

“Ser empreendedor significa ser um realizador, que produz novas ideias através da congruência entre criatividade e imaginação.”[1][i].

O empreendedor brasileiro acostumou-se a passar por muitas crises e tem um pensamento forte sobre seus negócios: o pensamento de que vai dar certo. Segundo o SEBRAE, temos que o empreendedor deve ter em mente: “1. Imaginação; 2. Determinação; 3. Auto avaliação; 4. Habilidade de organizar; 5. Habilidade de liderar pessoas; 6. Habilidade de conhecer tecnicamente etapas e processos.[2].

Porém, isto não se destina aos empreendedores que entram no jogo segundo suas necessidades, pois estes estariam em desvantagem sobre os que tem uma ideia e a colocam em prática. Falamos não apenas em ser empreendedor em épocas de crise, mas sim em ter espírito competitivo e saber se encaixar no mercado.

Os que adentram um contexto empresarial por necessidade estão defasados, em algum ponto, mediante os que entram por ideias, e, normalmente, aqueles serão substituídos por estes em alguma etapa do jogo. Isto ocorre pelos primeiros não apresentarem ideias novas ou mesmo não moldarem seus negócios para atualidade.

Assim, os que adentram ao mundo empresarial por necessidade, além de terem baixo valor agregado e baixo conteúdo tecnológico, exercem atividades que se revelam muito mais como uma complementação de renda familiar ou um expediente de sobrevivência. e estariam fadados ao insucesso por terem alguma limitação. Tal pensamento é importante, uma vez que estamos em face de uma baixa absorção do mercado de trabalho.

Por outra via temos institutos e cursos que podem preencher os itens que faltam ao empreendedor por necessidade, facilitando sua entrada no mercado. Um exemplo é o www.sebrae.com.br, cuja motivação principal é ajudar pessoas e seus negócios a crescerem, retirando uma barreira de mercado para a entrada deste empreendedor por necessidade.

É certo que o empreendedorismo, no Brasil, depende exclusivamente de políticas públicas de ensino, haja vista que um empreendedor de maior escolaridade, e que entenda o tipo de negócio em que se especializou, vai ter melhor contato com seu público do que o empreendedor por necessidade, que aposta suas fichas, mas sem expectativa de um crescimento diferenciado.

É necessário relatar que especializando o público-alvo, teremos mais empreendedores fortes para um comércio que necessariamente será melhor disposto, agregando valor a produtos ou a serviços, seja no meio rural ou no meio urbano.

No atual momento, temos que o Google.com.br faz a busca sobre empresas, produtos e serviços; já para o Facebook e Instagram, são redes sociais que propiciam o reconhecimento pelo utilizador do serviço, como meio de “boca a boca” entre usuários.

O empreendedor deve se utilizar da mais ilibada capacidade de angariar clientes pelos meios digitais para não sofrer “cancelamento” de sua marca, o que seria a morte empresarial para qualquer empreendedor que ouse desafiar tal metodologia de vendas, comentário e afins da marca pública. Atualmente, não se tem ouvido de quem ouse desafiar estas metodologias. As práticas de marketing digital se consolidaram por terem um baixo custo de envolvimento com o cliente final e terem um alto nível de engajamento junto às pessoas que seguem seus produtos ou serviços prediletos.

Os cancelamentos, como o próprio nome nos relata, ocorrem quando a empresa ou pessoa pública, ao emitir uma opinião, o faz de maneira que desagrada seus seguidores.Também pode ser a produção de um ato reprovável pela sociedade de seguidores, sendo que o cancelamento seria deixar de seguir este ente digital.

O cancelamento de empresas, pessoas e ou produtos/serviços atualmente é “normal” nas redes sociais. Uma prática que, com pouquíssimo investimento, coloca empresas em contato com milhares de seguidores, com engajamento de visualizações e possibilidades de compra, pode se tornar o terror comercial no momento em que se perde seguidores e visualizações.

Em relação a este risco, torna-se inviável pagar para tentar reativar seguidores e visualizações; é melhor colocar a empresa sempre em primeira opção, para não ter que pagar por erros cometidos e que chegaram ao público,gerando rejeição por parte deste e a possibilidade de um “cancelamento digital”. Não se limitar a estratégias de vendas apenas em redes sociais e sim em pequenos nichos seria uma opção para o cancelamento, pois mediante um erro que poderia, a princípio, ser fatal, haveria poder da recuperação,mesmo que lenta.

Necessário, em tempo, dizer que, devido a grandiosidade dos riscos investidos na empresa, o empresário/empreendedor deve estar alinhado com as políticas públicas de defesa do consumidor. Ademais, deve estar alinhado com todas as legislações inerentes do seu negócio; ter, se for o caso, um departamento de publicidade que estuda todos os impactos de seu negócio perante os clientes e futuros clientes; ter um departamento para gerenciamento de riscos que, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados, deve abordar até mesmo as invasões de sistema informático que liberem cadastros a público.


[1]SEBRAE. O que é ser empreendedor. Sebrae, [s.l.], [20–].

[2]Bis


[i]SEBRAE. O que é ser empreendedor. Sebrae, [s.l.], [20–]. Disponpivel em: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/bis/o-que-e-ser-empreendedor,ad17080a3e107410VgnVCM1000003b74010aRCRD#:~:text=Ser%20empreendedor%20significa%20ser%20um,congru%C3%AAncia%20entre%20criatividade%20e%20imagina%C3%A7%C3%A3o. Acesso em: 05 abr. 2022.

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